O mundo inteiro parou para acompanhar, comovido, os rituais fúnebres e o sepultamento do Papa Francisco. Em um cenário de despedida carregado de emoção, milhares de fiéis e líderes religiosos se reuniram para homenagear aquele que dedicou sua vida à fé, à humildade e ao serviço ao próximo.
Mas entre lágrimas e orações, um detalhe chamou ainda mais atenção: além da rosa branca repousada sobre seu túmulo, um relato inusitado correu entre os presentes.

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Testemunhas afirmaram ter visto um leve movimento no corpo do pontífice durante o velório, gerando surpresa e comentários. Especialistas, no entanto, explicam que esse fenômeno pode acontecer naturalmente após a morte.
Sendo resultado de espasmos musculares involuntários — movimentos conhecidos como contrações póstumas, que podem ocorrer até horas depois do falecimento.
A rosa branca: sinal de fé até o fim
A flor que repousava sobre o túmulo de Francisco tinha um significado profundo. A rosa branca simbolizava sua devoção pessoal a Santa Teresa de Lisieux, a “Santa Teresinha do Menino Jesus”.
Para o Papa, a rosa não era apenas um gesto estético, mas um sinal tangível da graça divina — algo que o acompanhou por toda sua jornada de fé.
Antes de sua partida, Francisco recebeu uma rosa branca diretamente da cidade de Lisieux, o que para muitos foi visto como o encerramento simbólico de seu ciclo espiritual.
Durante todo seu pontificado, ele manteve o hábito de colocar rosas brancas em sua mesa, como lembrança viva da proteção divina. Agora, tanto o relato do leve movimento quanto a rosa branca sobre o túmulo permanecem como marcas emocionantes de um adeus que, para muitos fiéis, transcende a lógica e toca o sobrenatural.