Lut0: Morre Querida Trapezista do Circo Após Cair Durante Espetác…Ver mais

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Brasil, 2025 — O que deveria ser um espetáculo de encantamento e adrenalina terminou em tragédia na noite de sábado (27/09), em Bautzen, na Alemanha. A trapezista Marina B., de 27 anos, perdeu a vida após cair de uma altura de cerca de cinco metros durante uma apresentação do Circo Paul Busch, diante de um público que lotava a tenda. O acidente gerou comoção entre espectadores e colegas de profissão, marcando uma noite que deveria ser de festa, mas acabou em luto.

No momento em que realizava um número radical de trapézio, Marina perdeu o equilíbrio e despencou do alto. A queda foi acompanhada por cerca de 100 pessoas, que assistiam à apresentação com expectativa e acabaram testemunhando a tragédia.

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Apesar do rápido socorro, a jovem não resistiu aos ferimentos. A comoção foi imediata, e o espetáculo precisou ser interrompido. Testemunhas relataram cenas de desespero tanto entre o público quanto entre os artistas e funcionários do circo.

A decisão de não usar equipamentos de segurança

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De acordo com as autoridades locais, a escolha pelo uso de equipamentos de proteção em números de trapézio cabe ao próprio artista. No caso de Marina, ela teria optado por não utilizá-los naquela noite.

O porta-voz da polícia, Stefan Heiduck, confirmou a regra vigente: “Ela decide por conta própria se quer utilizar ou não o equipamento.” Essa informação gerou debate sobre a segurança em espetáculos circenses e levantou questionamentos sobre a responsabilidade das companhias diante de riscos tão elevados.

Investigação e repercussão

As apresentações seguintes do Circo Paul Busch foram canceladas. Enquanto isso, autoridades alemãs investigam as circunstâncias da queda. Uma das hipóteses levantadas pelo presidente da Associação Alemã de Circos, Ralf Huppertz, é que Marina possa ter sofrido um mal súbito durante o número, o que explicaria a perda repentina de controle.

“É incomum que uma artista tão experiente não sobreviva a uma queda dessa altura”, afirmou. Marina era espanhola, natural de Mallorca, e tinha mais de dez anos de experiência como trapezista. Sua morte deixou em choque não apenas a cidade de Bautzen, mas também colegas da comunidade circense internacional, que a reconheciam como uma profissional dedicada e apaixonada pelo que fazia.

A tragédia expõe a linha tênue entre o risco e o espetáculo, sempre presente no mundo circense. Marina, que viveu para desafiar os limites da gravidade, perdeu a vida no palco onde expressava sua arte. Agora, resta às autoridades esclarecer o que de fato ocorreu e à comunidade circense encontrar caminhos para equilibrar emoção e segurança em suas apresentações.

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