Tristeza e Dor: Pitbull Invade Escola e Ataca Estudantes, não sobrou na…Ver mais

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Os dois ataques envolvendo cães da raça pitbull registrados no estado do Rio de Janeiro em menos de 24 horas levantaram preocupações sobre a segurança em espaços públicos e residenciais, especialmente em locais frequentados por crianças.

Os episódios, ocorridos em Belford Roxo e em Irajá, reacenderam debates sobre a responsabilidade dos tutores, a necessidade de medidas preventivas e a importância de protocolos rígidos de manejo para animais considerados de grande porte e força física.

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Aluna é ferida após pitbull invadir escola em Belford Roxo

Na manhã de quinta-feira (13), um pitbull abandonado invadiu o Ciep 210, no bairro Xavantes, em Belford Roxo, e atacou uma estudante no momento de entrada dos alunos. A situação gerou pânico entre pais, funcionários e alunos que estavam chegando à unidade. O 39º Batalhão da Polícia Militar foi acionado, recolheu o animal e prestou apoio à direção da escola.

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A Secretaria de Estado de Educação informou que o cachorro entrou por um dos acessos da escola enquanto os portões estavam abertos para receber os estudantes. A jovem ferida foi levada rapidamente a um hospital da região, onde recebeu atendimento e teve alta após avaliação médica. Apesar de não ter sofrido ferimentos graves, o episódio deixou a comunidade escolar apreensiva, especialmente pela facilidade com que o animal conseguiu acessar o ambiente interno da unidade.

Funcionários relataram que a movimentação intensa no horário de entrada dos alunos pode ter contribuído para a confusão, já que muitos estudantes circulavam pelo pátio no momento da invasão. O caso trouxe à tona discussões sobre a necessidade de reforço na segurança física das escolas, incluindo monitoramento nas áreas externas e cuidados adicionais em horários de grande fluxo.

Criança de quatro anos morre após ataque em Irajá, na Zona Norte do Rio

Um dia antes do ocorrido em Belford Roxo, um ataque com desfecho trágico chocou moradores de Irajá, na Zona Norte do Rio. Uma menina de quatro anos morreu após ser atacada por um pitbull dentro da casa de uma amiga da família. O animal, que pertencia ao genro da proprietária do imóvel, estava no local quando a criança e sua mãe visitavam a residência.

Segundo testemunhas, o ataque foi repentino e extremamente violento. A menina foi socorrida imediatamente, levada ao hospital e submetida a uma cirurgia de emergência. No entanto, devido à gravidade dos ferimentos, sofreu uma parada cardiorrespiratória e não resistiu. A morte da criança gerou forte comoção e motivou inúmeras manifestações de luto e pedidos de responsabilização.

O caso reacendeu debates sobre a convivência entre crianças e cães de grande porte, além da importância de treinamentos adequados, supervisão constante e uso de equipamentos de segurança como coleiras e focinheiras, quando necessário. Especialistas afirmam que o comportamento de qualquer animal pode ser influenciado por fatores como ambiente, criação e estímulos externos, tornando indispensável o acompanhamento por parte dos tutores.

Os dois episódios reforçam a urgência de medidas preventivas, tanto em espaços públicos quanto privados. Entre elas, cercamento apropriado, supervisão rigorosa, adestramento e o uso de itens de segurança são fundamentais para reduzir riscos e proteger a população. A repercussão dos casos também levou autoridades e entidades de proteção animal a alertarem sobre a importância do manejo responsável, destacando que a prevenção é a principal forma de evitar que tragédias como essas se repitam.

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