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O julgamento de Devyn Michaels, atriz de filmes adultos de 47 anos, chocou o mundo pela brutalidade do crime e pelos desdobramentos absolutamente inesperados que surgiram ao longo do processo. Na última quinta-feira (13/11), um júri a declarou culpada pelo assassinato premeditado de seu ex-marido, Johnathan Willette, de 46 anos.

A sentença definitiva será anunciada em 8 de janeiro de 2026, mas promotores já afirmam que Devyn enfrenta a possibilidade real de passar toda a vida na prisão, com ou sem chance de liberdade condicional.

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O caso, marcado por obsessão, disputa judicial, violência extrema e reviravoltas familiares, vem sendo acompanhado com perplexidade pela imprensa internacional. O crime ocorreu após anos de conflitos entre o casal e uma batalha judicial intensa pela guarda dos dois filhos pequenos.

Assassinato brutal após disputa pela guarda dos filhos expõe obsessão e planejamento frio

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O relacionamento entre Devyn e Johnathan foi marcado por idas e vindas entre 2012 e 2018. Após a separação definitiva, a disputa pela guarda dos filhos se tornou o centro da vida de ambos. Quando a Justiça concedeu a guarda exclusiva ao pai, Devyn não aceitou a decisão e, segundo as investigações, mergulhou em um ciclo de ciúme possessivo, frustração e revolta.

Movida por inconformismo, ela arquitetou um plano minucioso para eliminar o ex-marido. Invadiu a casa dele, cometeu o crime de forma brutal e deixou o corpo decapitado, embrulhado em cobertores e coberto com produtos químicos para impedir a identificação. A cena foi descoberta pela mãe de Johnathan, que encontrou o corpo depois que ele não retornou ligações.

Durante o julgamento, promotores apresentaram documentos, testemunhos e laudos detalhando como Devyn planejou cada etapa. Para a acusação, o crime foi movido por uma mistura perigosa de ambição, instabilidade emocional e um desejo distorcido de retomar o controle sobre a família. Embora a promotoria não tenha pedido pena de morte, ressaltou que a brutalidade e premeditação exigem pena máxima.

Casamento com o enteado revela plano perturbador de reconstrução familiar

Se a execução do crime já chocava, uma revelação posterior deixou o caso ainda mais insólito. Pouco depois de assassinar Johnathan, Devyn oficializou casamento com Deviere Willette, de 29 anos — filho adulto da própria vítima e seu antigo enteado. O vínculo, segundo promotores, não foi fruto de um romance espontâneo, mas parte de um plano maior.

A acusação afirmou que Devyn acreditava poder formar uma “nova família perfeita” ao lado de Deviere e das crianças. Durante o julgamento, foram exibidas fotos em que ela aparece sorrindo com o novo marido e os filhos pequenos, como se já estivesse montando o cenário ideal para a vida pós-crime.

A promotoria descreveu o caso como “uma sequência calculada de possessividade extrema, manipulação e ambição distorcida”. Já a defesa tentou argumentar instabilidade psicológica e traumas antigos, mas o júri rejeitou a tese, concluindo que Devyn sabia exatamente o que estava fazendo.

Agora, o país aguarda a sentença final. O caso se tornou um símbolo dos perigos de conflitos familiares levados ao extremo, deixando crianças órfãs, comunidades abaladas e uma história marcada por escolhas irreparáveis.

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