Homem é Abusado Durante voo e diz: ‘Acordei com uma mulher me ch…Ver mais

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O ChatGPT disse:

Brasil, 2025 — O caso envolvendo Marcelo Barros, conhecido nas redes sociais como Manotokio, ganhou grande repercussão após ele denunciar ter sido vítima de abuso sexual por uma passageira durante um voo da TAP que partiu de Viena, na Áustria, com destino a Lisboa. O brasileiro de 35 anos, que também possui cidadania portuguesa, afirma que a tripulação ignorou seus pedidos de ajuda, e que a companhia aérea tentou “abafar” o episódio. A situação já está sob investigação da Polícia Judiciária portuguesa.

Segundo Marcelo, tudo aconteceu no dia 14 de novembro, quando ele embarcava para os Açores para reencontrar a esposa e a filha. Durante o voo, afirmou que decidiu descansar por alguns minutos, mas despertou ao sentir toques indevidos em suas partes íntimas. Ele relata que a mulher responsável pelo ato estaria alcoolizada e possivelmente sob efeito de drogas, além de ocupar uma poltrona na fileira de emergência — o que agravou seu receio quanto à segurança de todos a bordo.

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Tripulação ignorou pedidos de socorro, diz Marcelo

Marcelo afirma ter avisado imediatamente os comissários sobre o abuso, mas diz que seus apelos foram ignorados. Em seus relatos, publicados nas redes sociais e apresentados à RTP Açores, ele conta que encontrou dois comissários dormindo, mesmo com testemunhas entre os passageiros que teriam presenciado o ocorrido. Para ele, a atitude da equipe de cabine representou omissão grave e colocou em risco não apenas sua integridade, mas a segurança de todos.

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O brasileiro afirma que pediu a presença da Polícia Judiciária ainda durante a descida da aeronave, para que o caso fosse tratado como flagrante. No entanto, segundo seu depoimento, nenhuma providência foi tomada. Ele desembarcou como se nada tivesse acontecido, sem registro formal, sem perícia e sem qualquer agente de autoridade à espera, o que intensificou seu sentimento de desamparo.

Marcelo descreve a postura da companhia aérea como “omissão dolosa e inconsequente”, afirmando que a TAP tentou minimizar o caso e impedir que ele fosse oficialmente registrado. A ausência de protocolos visíveis e o descaso no atendimento fizeram com que ele recorresse às redes sociais e à imprensa para que sua denúncia fosse ouvida.

Caso segue sob investigação e pressão pública aumenta

Depois do desembarque, Marcelo gravou vídeos dentro do aeroporto denunciando o ocorrido. Visivelmente abalado, ele exigia a presença de policiais e pedia medidas imediatas. Em uma das gravações, ele aparece exaltado, dizendo: “Pode chamar a polícia. Aliás, depressa chame a polícia. O mais rápido possível”.

Com a repercussão, a Polícia Judiciária de Portugal abriu investigação para esclarecer o que aconteceu dentro da aeronave e apurar se houve falha operacional por parte da TAP e de seus tripulantes. O caso também levantou debates importantes nas redes sociais sobre abuso contra homens, um tema ainda pouco discutido e frequentemente subestimado, e sobre a necessidade de protocolos mais rígidos para situações de emergência envolvendo passageiros alterados.

Marcelo, por sua vez, segue cobrando respostas e afirma que não pretende recuar até que o caso seja devidamente esclarecido. Ele reforça que sua maior motivação é evitar que episódios semelhantes aconteçam no futuro.

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