Nossa Querida M0rreu Após Acidente Doméstico, Era Filha Da…Ver mais

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A morte de Marina Ferreira Rocha, de apenas 7 anos, comoveu familiares, amigos e moradores da região. A criança sofreu um acidente doméstico com um quadriciclo no sítio da família durante o período de Carnaval e estava internada desde então na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital da capital. Neste sábado (21), foi confirmada a morte da menina.

Filha do tabelião Aurino Rocha Luz e da empresária Cynara Ferreira, Marina lutava pela vida desde o acidente. Apesar dos esforços da equipe médica e do período de internação, ela não resistiu às complicações decorrentes do ocorrido.

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A notícia gerou uma onda de solidariedade nas redes sociais, com mensagens de apoio à família e homenagens à criança, descrita por conhecidos como alegre, carinhosa e cheia de energia.

Família transforma dor em gesto de esperança

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Em meio ao luto, os pais tomaram uma decisão que emocionou ainda mais a comunidade. Por meio das redes sociais, Cynara Ferreira anunciou que os órgãos da filha seriam doados, permitindo que outras vidas fossem beneficiadas.

“Em meio a toda a dor deste momento, decidimos que, através da vida da Marina, outras vidas poderão ser abençoadas. Autorizamos a doação de seus órgãos, para que esse gesto de amor alcance outras crianças e famílias. Amamos vocês. Com carinho, Aurino e Cynara”, publicou a mãe.

O gesto foi amplamente elogiado por internautas, que destacaram a coragem e a generosidade da família mesmo diante de uma perda tão profunda. A doação de órgãos é vista como um ato de solidariedade que pode transformar o sofrimento em esperança para outras famílias que aguardam por transplantes.

Lembranças e saudade de uma infância interrompida

Cynara também compartilhou lembranças da filha, ressaltando que Marina completaria 8 anos no mês de março. Amigos próximos comentaram que a menina estava animada para celebrar a nova idade, planejando detalhes do aniversário com entusiasmo típico da infância.

A tragédia reacende o alerta sobre cuidados redobrados em ambientes rurais e no uso de veículos como quadriciclos, que exigem atenção especial, principalmente quando há crianças envolvidas.

Enquanto a família enfrenta o luto, a memória de Marina permanece viva nas mensagens de carinho e nas homenagens compartilhadas. O gesto de doação dos órgãos simboliza uma tentativa de transformar a dor em algo que possa salvar outras vidas.

A despedida precoce da menina deixa uma marca profunda na comunidade, mas também um legado de amor e solidariedade que seguirá ecoando entre aqueles que acompanharam sua história.

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