Só Veja Se Tiver Coragem! 50 Corpos São Encontrados em MG, Todos Sem Vida e Com Cabeças Arr…Ver mais

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Um novo balanço divulgado no início da noite desta quarta-feira (25/02) confirmou o agravamento da tragédia provocada pelas fortes chuvas que atingiram a Zona da Mata mineira. Segundo atualização repassada pelas autoridades estaduais, o número de mortes subiu para 47.

Em Juiz de Fora, cidade mais afetada por deslizamentos e enchentes, já são 41 mortes confirmadas. No município vizinho de Ubá, o total de vítimas fatais chegou a seis. As informações foram confirmadas pelo Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais durante coletiva de imprensa.

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As equipes de resgate seguem mobilizadas em diversas frentes, especialmente nas áreas onde houve maior volume de soterramentos. Ainda há pessoas oficialmente desaparecidas, e as buscas continuam, embora as autoridades reconheçam que, após quase 48 horas desde os deslizamentos mais severos, as chances de encontrar sobreviventes são extremamente reduzidas.

Solo encharcado mantém risco elevado e previsão indica novos temporais

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As chuvas que provocaram o desastre ocorreram na madrugada de terça-feira (24/02) e atingiram níveis considerados históricos. Em Juiz de Fora, o acumulado ultrapassou 500 milímetros em poucas horas, volume muito acima do esperado para o período. Já em Ubá, foram registrados cerca de 170 milímetros em apenas três horas, o suficiente para causar enxurradas intensas e deslizamentos em encostas já vulneráveis.

Após o pico da tempestade, a região experimentou uma breve “trégua” nas precipitações. No entanto, a previsão do tempo aponta risco de novos temporais com grande volume de água nos próximos dias, o que aumenta a preocupação das autoridades.

Especialistas explicam que o solo encontra-se completamente encharcado. Nessas condições, mesmo chuvas de menor intensidade podem ser suficientes para provocar novos deslizamentos. A instabilidade do terreno mantém áreas inteiras sob alerta máximo.

Bombeiros fazem apelo

Diante desse cenário, os bombeiros fizeram um apelo direto à população das áreas mais atingidas: não retornar às residências neste momento. O risco de novos desmoronamentos permanece elevado, especialmente em regiões de encosta.

As prefeituras da região, com apoio do governo estadual, têm disponibilizado abrigos temporários para famílias que perderam suas casas ou que precisaram deixar os imóveis por segurança. Equipes de assistência social também atuam no acolhimento das vítimas.

Ao longo desta quarta-feira, as autoridades confirmaram as identidades de dezenas de corpos recuperados entre os escombros, aumentando o clima de comoção nas cidades afetadas. O número de mortos ainda pode crescer, à medida que novas áreas são acessadas pelas equipes de resgate.

A tragédia reforça o impacto devastador de eventos climáticos extremos e reacende o debate sobre ocupação de áreas de risco e necessidade de investimentos em prevenção.

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