Laudo Aponta Que Coronel Teve Relações Com Soldado Gisele Antes de Ma…Ver mais

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A investigação sobre a morte da policial militar Gisele Alves Santana ganhou novos desdobramentos após a Justiça autorizar a exumação do corpo para a realização de uma nova perícia. Os laudos resultantes passaram a integrar o inquérito conduzido pela Polícia Civil, e embora o conteúdo completo não tenha sido divulgado oficialmente, algumas informações começaram a vir à tona por meio da imprensa.

Entre os pontos revelados, um dos laudos indica que Gisele teria mantido atividade sexual pouco antes de sua morte. A informação chamou atenção por entrar em contradição com o depoimento do tenente-coronel Geraldo Rosa Neto, marido da vítima, que está preso e foi indiciado por feminicídio. Em sua versão, ele afirmou que o casal vivia uma crise conjugal, dormia em quartos separados há meses e não mantinha qualquer contato íntimo recente.

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Laudos confrontam versão apresentada pelo suspeito

De acordo com as investigações, Gisele e o marido estavam sozinhos no apartamento no momento do crime. Durante a perícia, foram coletadas amostras biológicas no corpo da vítima, posteriormente submetidas a exame de DNA. Para a polícia, o resultado dessas análises pode contrariar diretamente o relato apresentado por Geraldo Rosa Neto, reforçando suspeitas sobre a dinâmica do ocorrido.

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A divergência entre o que foi dito pelo suspeito e o que apontam os laudos passou a ser considerada um dos elementos centrais do inquérito. Os investigadores trabalham para esclarecer se houve omissão ou tentativa de distorção dos fatos no depoimento inicial.

Indícios de agressão antes do disparo

Outro ponto relevante apontado pela perícia é a possibilidade de que Gisele tenha sido agredida antes de ser morta. Segundo informações apuradas, há indícios de que a vítima foi imobilizada por trás no momento do disparo fatal.

O laudo necroscópico identificou marcas compatíveis com contenção física, como sinais de dedos na região da mandíbula e marcas de unhas no pescoço. Esses vestígios sugerem que a policial pode ter sido segurada com força antes de levar um tiro na cabeça.

Além disso, foram encontradas lesões recentes na face e na região da axila, consideradas compatíveis com uma agressão anterior ao disparo. Para o Ministério Público, o conjunto de provas aponta para uma abordagem violenta e reforça a tese de feminicídio.

O caso segue em investigação e continua gerando grande repercussão. A análise detalhada dos laudos e o cruzamento das informações devem ser fundamentais para esclarecer completamente as circunstâncias da morte de Gisele Alves Santana.

De acordo com as investigações, Gisele e o marido estavam sozinhos no apartamento no momento do crime. Durante a perícia, foram coletadas amostras biológicas no corpo da vítima, posteriormente submetidas a exame de DNA. Para a polícia, o resultado dessas análises pode contrariar diretamente o relato apresentado por Geraldo Rosa Neto, reforçando suspeitas sobre a dinâmica do ocorrido.

A divergência entre o que foi dito pelo suspeito e o que apontam os laudos passou a ser considerada um dos elementos centrais do inquérito. Os investigadores trabalham para esclarecer se houve omissão ou tentativa de distorção dos fatos no depoimento inicial.

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