Exato Momento Que Mãe e Filho Morrem Atropelados na Tijuca Após…Ver mais
Um novo vídeo de câmeras de segurança trouxe reviravolta no caso que chocou moradores da Tijuca, na Zona Norte do Rio de Janeiro. As imagens registradas contradizem a versão inicial apresentada pelo motorista do ônibus e por testemunhas, levantando questionamentos sobre a dinâmica real do acidente que tirou a vida de uma mãe e seu filho.
O caso aconteceu na última segunda-feira (30), na Rua Conde de Bonfim, e envolve a morte de Emanoelle Martins Guedes de Farias, de 40 anos, e seu filho, Francisco Farias Antunes, de apenas 9 anos. A tragédia gerou comoção e revolta, especialmente após a divulgação dos vídeos que mostram o momento do atropelamento.

Imagens contradizem versão inicial
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De acordo com o relato do motorista e de algumas testemunhas, a bicicleta elétrica onde estavam mãe e filho teria sido fechada por um carro preto, o que teria contribuído para o acidente. No entanto, as imagens das câmeras de segurança contam uma história diferente.
No vídeo, é possível ver claramente que Emanoelle e Francisco trafegavam pela faixa da esquerda da via. Um ônibus da linha 606, que vinha logo atrás, muda de faixa ao tentar desviar de um táxi parado próximo à calçada. Durante essa manobra, o coletivo se aproxima perigosamente da bicicleta.
No momento da ultrapassagem, mãe e filho desaparecem da imagem, encobertos pelo ônibus. Segundos depois, reaparecem já caídos no chão, sem sinais de movimento.
Outro ponto que chama atenção é a presença do carro escuro citado nos depoimentos. As imagens mostram que esse veículo estava sempre atrás do ônibus e não teve contato com a bicicleta. Ele só passa pelo local minutos após o atropelamento, o que enfraquece a versão de que teria provocado o acidente.
Comoção, investigação e despedida
Após o atropelamento, pessoas que estavam nas proximidades correram para prestar socorro e isolar a área. Infelizmente, Emanoelle morreu ainda no local. O pequeno Francisco chegou a ser socorrido pelo SAMU, mas não resistiu aos ferimentos e morreu a caminho do Hospital do Andaraí.
O caso segue sendo analisado, e a empresa responsável pelo ônibus informou que está acompanhando a situação por meio de seu departamento jurídico. A divulgação das imagens pode ser determinante para esclarecer responsabilidades.
A tragédia gerou grande comoção nas redes sociais e entre moradores da região. Francisco era filho do humorista conhecido como Cacofonias, o que ampliou ainda mais a repercussão do caso.
O velório do menino está previsto para esta quarta-feira (1º), no Cemitério do Caju, com início às 9h. Informações sobre a despedida de Emanoelle ainda não foram divulgadas.
Diante das novas evidências, cresce a expectativa por respostas mais claras e por justiça para a família. O caso reforça a importância de investigações cuidadosas e do uso de imagens como ferramenta essencial para esclarecer tragédias como essa.