Um hábito aparentemente inofensivo acabou se transformando em um grande susto para a jovem Gabby Swierzewski, de 21 anos. O costume de roer unhas, conhecido como onicofagia, levou ao desenvolvimento de uma infecção grave que quase resultou na amputação de um de seus dedos. O caso, que ganhou repercussão nas redes sociais, acendeu um alerta importante sobre os riscos desse comportamento.
Segundo informações divulgadas pela People, os primeiros sintomas surgiram no dia 6 de fevereiro de 2026. Inicialmente, Gabby acreditou que se tratava apenas de uma unha encravada, algo comum e geralmente sem maiores complicações. No entanto, o quadro evoluiu rapidamente e de forma preocupante.
Em poucos dias, o dedo apresentou sinais claros de agravamento: inchaço intenso, coloração avermelhada escura e dor considerada insuportável. O que parecia simples se transformou em um quadro infeccioso grave, exigindo atenção médica urgente e intervenção especializada.
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Infecção evoluiu rapidamente e exigiu cirurgia
Com a progressão da infecção, os médicos identificaram a formação de um abscesso, caracterizado pelo acúmulo de pus e inflamação severa na região afetada. O risco aumentou ainda mais quando houve suspeita de que a infecção poderia atingir o osso, o que levaria à possibilidade de amputação do dedo.
Inicialmente, foram adotadas medidas menos invasivas, como o uso de antibióticos e pomadas específicas. No entanto, o tratamento não apresentou a resposta esperada, e o quadro continuou evoluindo. Diante disso, foi necessário realizar um procedimento cirúrgico.
Gabby passou por uma cirurgia de drenagem sob anestesia geral, com o objetivo de remover o material infeccioso e conter o avanço da infecção. O procedimento foi essencial para evitar consequências mais graves e preservar o dedo da paciente.
A situação chamou atenção pela rapidez com que evoluiu, reforçando a necessidade de procurar ajuda médica ao perceber qualquer alteração incomum, especialmente em casos de dor intensa e sinais de inflamação.
Especialistas alertam para riscos de roer unhas
De acordo com especialistas, o hábito de roer unhas pode abrir portas para a entrada de bactérias, principalmente quando há pequenas lesões na pele ao redor dos dedos. Essas fissuras, muitas vezes invisíveis, funcionam como porta de entrada para microrganismos que podem causar infecções sérias, como a Paroníquia.
Embora seja comum, a onicofagia não deve ser subestimada. Em casos mais graves, como o de Gabby, a infecção pode evoluir rapidamente e exigir procedimentos invasivos, incluindo cirurgias. Em situações extremas, quando há comprometimento ósseo, a amputação pode se tornar uma possibilidade real.
O caso viralizou justamente por mostrar como um hábito cotidiano pode trazer riscos significativos à saúde. Especialistas reforçam a importância de manter uma boa higiene das mãos, evitar ferimentos frequentes e buscar ajuda médica ao notar sinais de infecção.
Mais do que um episódio isolado, a história serve como alerta. Pequenos hábitos podem ter grandes consequências, e a prevenção continua sendo a melhor forma de evitar complicações que poderiam ser facilmente evitadas.