Homem Cria Família Com Seis Mulheres e Engravida De…Ver mais

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A configuração familiar formada por Laís Rocha, de 27 anos, e Ivan Rocha, de 36, moradores de Atibaia, no interior de São Paulo, tem chamado atenção nas redes sociais por adotar um modelo de relacionamento poliafetivo. O grupo, que compartilha a mesma residência, reúne Ivan e seis mulheres, que se apresentam publicamente como uma única família.

A dinâmica foge dos padrões tradicionais e ganhou visibilidade principalmente após a divulgação da rotina do grupo em plataformas digitais, onde acumulam centenas de milhares de seguidores.

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Família em V reúne seis mulheres e um único parceiro

Segundo relatos divulgados pelo próprio grupo, a estrutura adotada é conhecida como “família em V”. Nesse modelo, todas as mulheres mantêm um relacionamento afetivo e conjugal exclusivamente com Ivan, sem envolvimento sexual entre elas. As integrantes se descrevem como amigas e colaboradoras na vida cotidiana.

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Além de Laís, que é empresária, fazem parte da família Ana Carolina, Natália, Camili, Maria Eduarda e Juliana. Ivan trabalha como motoboy e divide a rotina doméstica com todas as companheiras, que afirmam manter uma convivência organizada, baseada em diálogo e divisão de tarefas.

Apesar da convivência coletiva, apenas Laís possui casamento civil com Ivan, já que a legislação brasileira não reconhece nem permite a poligamia formal em cartório. As demais relações existem apenas no âmbito afetivo e social, sem reconhecimento jurídico.

Gravidez é tratada como projeto coletivo do grupo

Atualmente, a família vive a expectativa da chegada de um novo integrante. Laís está grávida do primeiro filho do casal, em uma gestação que, segundo ela, foi planejada por todo o grupo. A criança será o oitavo membro da família e, de acordo com os relatos, contará com o apoio direto de todas as mulheres na criação.

A empresária afirma que as demais companheiras participarão ativamente dos cuidados com o bebê, incluindo rotina, educação e suporte emocional. O planejamento familiar não se encerra com essa gestação. Segundo o grupo, a próxima a engravidar deverá ser Natália, que atua como engenheira.

Mesmo sem reconhecimento legal para todas as relações, a família organiza uma cerimônia simbólica de celebração, prevista para novembro deste ano. O evento reunirá todas as mulheres vestidas de branco, em um ato que, segundo o grupo, representa o compromisso coletivo assumido entre eles.

Relação começou há dez anos e enfrenta resistência social

A formação da família ocorreu de maneira gradual ao longo de aproximadamente dez anos. Ivan já havia vivido experiências anteriores em relacionamentos não convencionais, e a abertura do relacionamento teria sido sugerida pela própria Laís.

Ela relata que sua motivação está ligada ao que define como “trollismo”, um fetiche baseado em observar o parceiro se relacionando com outras pessoas. Segundo Laís, a adoção desse modelo exigiu uma desconstrução de valores sociais e emocionais aprendidos ao longo da vida.

As novas integrantes passaram a fazer parte da família aos poucos. Algumas chegaram por meio de aplicativos de relacionamento, enquanto outras conheceram o grupo através do perfil da família no Instagram, que atualmente soma mais de 258 mil seguidores.

Apesar da exposição e do discurso de harmonia interna, Laís afirma que o grupo enfrenta desafios frequentes, principalmente relacionados ao preconceito. Entre as dificuldades relatadas estão a recusa de fornecedores para a cerimônia e a resistência inicial de familiares, especialmente das mães do casal.

Mesmo diante dos obstáculos, a família segue compartilhando sua rotina nas redes sociais, onde o modelo de convivência continua gerando debates, curiosidade e reações diversas do público.

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