Homem Obriga Esposa Quebrar Resguardo Ou Ele Vai Sair Para Trair Com Outr…Ver mais

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Um caso grave de violência doméstica chamou a atenção de autoridades e profissionais de saúde após um homem obrigar a própria esposa a quebrar o resguardo, período de recuperação recomendado após o parto. A situação, além de configurar abuso físico e psicológico, expõe a mulher a riscos sérios de saúde, podendo resultar em complicações que vão muito além do desconforto imediato.

O resguardo é um momento fundamental para o corpo feminino se recompor após o nascimento de um filho. Em geral, os médicos recomendam um período médio de 40 dias sem relações sexuais, esforço físico intenso ou atividades que possam comprometer a cicatrização interna. Forçar a quebra desse período não é apenas uma questão íntima: trata-se de uma violação que pode ter consequências médicas graves.

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O que é o resguardo e por que ele deve ser respeitado

Após o parto, o organismo da mulher passa por um processo intenso de recuperação. O útero precisa voltar ao tamanho normal, há feridas internas em cicatrização e o risco de infecções é elevado, especialmente nas primeiras semanas. Em casos de parto cesáreo, ainda existe a incisão cirúrgica, que exige repouso adequado.

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Durante esse período, o sistema imunológico pode estar mais fragilizado, e qualquer intervenção forçada — como relações sexuais precoces — aumenta as chances de inflamações, hemorragias e infecções uterinas. Médicos alertam que respeitar o resguardo é essencial para evitar complicações que podem comprometer a saúde da mulher a curto e longo prazo.

Os perigos físicos de quebrar o resguardo à força

Quando o resguardo é interrompido de forma precoce e forçada, os riscos são significativos. Entre as principais complicações estão infecções graves no útero, sangramentos intensos, dor persistente, abertura de pontos cirúrgicos e até infertilidade futura. Em situações mais extremas, uma infecção não tratada pode evoluir para quadros generalizados, exigindo internação hospitalar.

Além dos danos físicos, o corpo ainda não está preparado hormonalmente para a retomada da vida sexual. Isso pode provocar dores intensas, lacerações e aumento do risco de transmissão de infecções. Especialistas reforçam que nenhuma mulher deve ser pressionada ou coagida a retomar relações antes de estar clinicamente liberada.

Violência, abuso e impactos psicológicos

Obrigar uma mulher a quebrar o resguardo configura violência doméstica e sexual. Mesmo dentro de um casamento ou relacionamento estável, o consentimento é indispensável. A coação nesse período delicado pode deixar marcas emocionais profundas, como ansiedade, depressão pós-parto agravada, medo e sensação de desamparo.

Casos como esse reforçam a importância de denunciar situações de abuso. A violência não se limita a agressões visíveis; ela também ocorre quando há imposição, ameaça ou desrespeito à autonomia da mulher sobre o próprio corpo. Profissionais de saúde e órgãos de proteção alertam que a vítima deve procurar ajuda médica e jurídica imediatamente.

O respeito ao resguardo não é apenas uma recomendação médica, mas um direito da mulher. Forçar sua quebra é um ato grave, que coloca vidas em risco e precisa ser tratado com seriedade pelas autoridades e pela sociedade.

 

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Um post compartilhado por Alex Costa (@lek.kosta)

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