Roer as unhas é um hábito comum para muitas pessoas, muitas vezes ligado à ansiedade e ao estresse. No entanto, para Carolina, uma jovem de 23 anos, esse costume aparentemente inofensivo se tornou um sinal de alerta para algo muito mais grave.

Após anos mordendo as unhas até o limite, ela começou a sentir dores persistentes nos dedos, além de notar que suas unhas estavam mais frágeis e com manchas estranhas. Preocupada, decidiu procurar um médico – e o que descobriu mudou sua vida para sempre.
Exame revelou um câncer raro nas mãos
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Ao chegar ao consultório, Carolina relatou sua dificuldade em parar de roer as unhas e mencionou os sintomas que vinha sentindo. O médico, ao examinar suas mãos, percebeu que uma das unhas apresentava uma lesão incomum, o que o levou a solicitar exames mais detalhados.
Os resultados foram surpreendentes e preocupantes: Carolina foi diagnosticada com um tipo raro de câncer de pele, chamado melanoma subungueal.
Esse tipo de tumor se desenvolve sob as unhas e pode ser confundido com machucados comuns, dificultando o diagnóstico precoce. Segundo especialistas, traumas frequentes nas unhas, como mordê-las repetidamente, podem aumentar o risco de alterações celulares e favorecer o desenvolvimento da doença.
O impacto do diagnóstico e o tratamento
A notícia pegou Carolina de surpresa. Como muitas pessoas, ela nunca imaginou que o hábito de roer as unhas poderia levar a algo tão grave.
O médico explicou que o câncer já estava em um estágio avançado e que seria necessário um tratamento agressivo, incluindo cirurgia para a remoção do tecido afetado.
Além disso, Carolina precisou passar por sessões de quimioterapia, já que o câncer tinha potencial para se espalhar para outras partes do corpo. O tratamento foi difícil, mas a jovem conseguiu enfrentar cada etapa com determinação.
Hoje, após meses de luta, Carolina está em fase de recuperação e alerta outras pessoas sobre os perigos de hábitos aparentemente inofensivos.
Segundo especialistas, unhas roídas constantemente podem sofrer microlesões, facilitando infecções e, em casos raros, o desenvolvimento de doenças graves.