Membro de Facção Autoriza M0rte de Adolescentes Que Mataram Orelha: ‘Dia Marca…Ver mais
Um vídeo que circula nas redes sociais acrescentou um novo e delicado desdobramento ao caso da morte do cão comunitário Orelha, em Florianópolis. Nas imagens, indivíduos que se apresentam como membros de uma facção criminosa afirmam ter “autorizado” a execução dos adolescentes investigados pelo crime. O material viralizou rapidamente, mas não teve autenticidade confirmada pelas autoridades até o momento.
A gravação passou a ser compartilhada em aplicativos de mensagens e plataformas digitais, ampliando a repercussão do caso e levantando preocupações sobre ameaças, incitação à violência e desinformação.

Vídeo com ameaças se espalha e gera repercussão
Segundo relatos de usuários, o vídeo mostra pessoas encapuzadas fazendo ameaças diretas aos adolescentes investigados, associando o conteúdo ao caso Orelha. A linguagem utilizada sugere uma suposta “autorização” para violência, o que intensificou a circulação do material e provocou reações imediatas nas redes.
Perfis de notícias e páginas de grande alcance passaram a reproduzir trechos do vídeo, o que contribuiu para a viralização. Até agora, não há confirmação oficial sobre a identidade dos indivíduos que aparecem nas imagens, nem comprovação de vínculo real com organização criminosa.
Especialistas em segurança digital alertam que conteúdos não verificados com ameaças explícitas tendem a se espalhar rapidamente e podem gerar riscos adicionais às investigações em curso.
Autoridades acompanham e apuram a origem do material
A Polícia Civil de Santa Catarina informou, em comunicações anteriores sobre o caso, que acompanha desdobramentos paralelos relacionados à grande repercussão, incluindo ameaças online, coações e tentativas de intimidação. Até a última atualização, não houve confirmação de que o vídeo tenha sido formalmente anexado ao inquérito principal.
As autoridades destacam que qualquer ameaça deve ser registrada e apurada, independentemente da origem. A investigação central segue focada na apuração dos fatos que levaram à morte do cão, com base em laudo pericial, imagens e depoimentos, além da análise de eventuais crimes conexos.
Também foi reforçado que incitação à violência e ameaças podem configurar crimes autônomos, passíveis de investigação específica, caso a autoria e a materialidade sejam comprovadas.
Caso segue sem confirmações oficiais sobre o vídeo
Até o momento, não há confirmação oficial de que membros de facção tenham autorizado qualquer ato violento, nem de que exista plano real contra os adolescentes investigados. As autoridades tratam o vídeo como conteúdo não verificado, cuja circulação se insere no contexto da intensa repercussão do caso Orelha nas redes sociais.
O inquérito permanece em andamento e será encaminhado ao Ministério Público após a conclusão. A polícia reforça que boatos e conteúdos sensacionalistas podem atrapalhar o trabalho investigativo e pede que a população evite compartilhar materiais não confirmados.
Enquanto isso, o caso continua mobilizando a opinião pública, com novas publicações surgindo diariamente. As autoridades informam que novas atualizações serão divulgadas conforme o avanço das apurações e a verificação de informações relacionadas ao vídeo que viralizou.
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