Tio de menino desaparecido encontrado morto faz revelação assustadora ‘foi a…Ver mais

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O caso do pequeno Arthur da Rosa Carneiro, de apenas 2 anos, chegou a um desfecho trágico nesta terça-feira (14), após seis dias de intensas buscas que mobilizaram toda a cidade de Tibagi, nos Campos Gerais do Paraná.

O corpo do menino, desaparecido desde o dia 9 de outubro, foi encontrado sem vida às margens do Rio Tibagi, o mesmo local onde equipes concentravam os esforços de resgate desde o início da operação.

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A descoberta foi feita por um pescador, que relatou ter vivido um momento de grande emoção ao se deparar com a cena. Segundo ele, enquanto rezava na beira do rio, ouviu um som vindo da água e, logo em seguida, o corpo da criança emergiu lentamente, como se algo maior o tivesse conduzido à superfície. O homem acionou imediatamente o Corpo de Bombeiros, que realizou a retirada e confirmou o fim das buscas.

Dor e comoção tomam conta da família e da cidade

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A confirmação da morte de Arthur causou profunda tristeza e incredulidade entre familiares e moradores de Tibagi, que acompanharam cada etapa da procura com esperança e orações. O tio do menino, em entrevista à RICtv Record, desabafou emocionado: “Estou inconformado. Não estou acreditando nisso até agora. Todo mundo está em luto, todo mundo está sofrendo.”

Durante seis dias, o trabalho das equipes de resgate foi incansável. Bombeiros, policiais, Defesa Civil e voluntários atuaram lado a lado, com o apoio de drones, cães farejadores e mergulhadores. O capitão Marcelo Ribeiro, do Corpo de Bombeiros, lamentou as condições climáticas desfavoráveis, como a chuva e o forte vento, que dificultaram as buscas ao longo dos dias.

Com o fim da operação, resta agora à família enfrentar o momento mais doloroso: a despedida do pequeno Arthur. A cidade decretou luto coletivo, e centenas de pessoas se manifestaram nas redes sociais, deixando mensagens de solidariedade e orações pela família.

Circunstâncias da morte ainda geram dúvidas

Embora o corpo tenha sido encontrado no rio, a família do menino ainda desconfia das circunstâncias da morte. A avó de Arthur já havia declarado anteriormente que não acreditava que o neto tivesse ido sozinho até o local. Essa dúvida levou a Polícia Civil a abrir uma investigação detalhada para apurar o que realmente aconteceu entre o momento do desaparecimento e o encontro do corpo.

Enquanto aguardam os resultados dos laudos periciais, familiares e amigos se unem em vigílias e missas em homenagem ao menino. O clima em Tibagi é de luto e consternação, e a cidade tenta assimilar a perda que abalou toda a comunidade.

Uma despedida marcada pela fé e pela dor

Arthur foi descrito por parentes e vizinhos como um menino alegre, curioso e cheio de energia. Sua história comoveu o país e despertou uma onda de empatia e orações. Agora, com o encerramento das buscas, a cidade se prepara para o velório e sepultamento, que devem ocorrer em clima de profunda emoção.

A tragédia deixa um sentimento de perda irreparável, mas também de união — a mesma que sustentou os moradores durante os dias de incerteza. Enquanto a família enfrenta o luto, a comunidade se mantém ao lado deles, em um gesto de fé e solidariedade que mostra que, mesmo diante da dor, o amor por Arthur permanecerá vivo na memória de Tibagi.

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