MISTÉRIO! Psicológa Tira Sua Vida e Tenta Simular Crime Amarran…Ver mais

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Brasil, 2026 — A Polícia Civil concluiu as investigações sobre a morte da psicóloga Marilda Matias Ferreira dos Santos, de 37 anos, encontrada dentro do porta-malas de um carro em agosto do ano passado, em Pouso Alegre, no Sul de Minas Gerais. O inquérito apontou que a própria vítima tirou a vida e tentou simular um homicídio. Com a conclusão do caso, o procedimento será arquivado junto à Justiça.

O corpo foi localizado na manhã do dia 22 de agosto de 2021, dentro da garagem da residência da família, no bairro Fátima II. Marilda estava com as mãos amarradas de forma considerada frouxa e vestia roupas de ciclista. A cena chamou atenção pela forma como foi encontrada, inicialmente levantando suspeitas de crime.

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Laudos periciais e reconstrução dos fatos

De acordo com a investigação conduzida pela Polícia Civil de Minas Gerais, não foram identificados sinais de violência no corpo nem indícios de arrombamento na residência. A chave do veículo estava junto ao corpo, e nenhum objeto havia sido subtraído da casa.

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O laudo de necropsia apontou morte por asfixia associada à intoxicação. Exames complementares identificaram a presença de álcool em concentração elevada e de um medicamento barbitúrico, substância com propriedades sedativas que atua no sistema nervoso central.

Segundo o delegado responsável, Rodrigo Bartoli, a soma das evidências permitiu concluir que Marilda teria se trancado no porta-malas do próprio veículo. A investigação também considerou anotações pessoais encontradas na residência, que indicariam sinais de depressão e predisposição ao suicídio.

Tentativa de simulação e arquivamento

Conforme a apuração, a psicóloga teria criado uma narrativa prévia para despistar familiares e amigos. Ela mencionou que sairia para pedalar e relatou suposto assédio na rua, mas levantamentos comprovaram que não deixou a residência naquele período.

Registros de câmeras de segurança, radares e localização de celular confirmaram os horários informados pelo marido, descartando a participação de terceiros. A polícia também destacou que, meses antes, havia registro médico de tentativa anterior de suicídio.

Em entrevista coletiva, o delegado afirmou que a encenação teria como objetivo evitar que a morte fosse interpretada como suicídio, mas ressaltou que não houve tentativa de incriminar o marido. A Justiça já se manifestou favorável ao arquivamento do caso.

O episódio gerou ampla repercussão na época e levantou debates sobre saúde mental e prevenção. Autoridades reforçam a importância de atenção aos sinais de sofrimento psicológico e da busca por acompanhamento especializado.

Se você ou alguém próximo enfrenta sofrimento emocional intenso, buscar ajuda profissional é fundamental. Serviços de apoio psicológico e atendimento em saúde mental podem oferecer orientação e acolhimento em momentos difíceis.

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