Mulher Mata Suas Filhas Por Serem Mais Bonitas que Ela e Acab…Ver mais

0

Uma história marcada por choque e perplexidade tomou conta do noticiário internacional após a prisão de uma mulher de aproximadamente 30 anos na cidade de Panipat, no norte da Índia. Acusada de matar quatro crianças ao longo de dois anos — incluindo o próprio filho e duas sobrinhas — ela confessou ter cometido os crimes movida por uma obsessão doentia pela aparência.

Segundo a polícia, sua motivação era perturbadora: escolher crianças que considerava “bonitas demais”. A investigação indica que os crimes foram meticulosamente planejados para parecer acidentes por afogamento, o que dificultou a identificação do padrão durante meses.

Publicidade

Obceção pela aparência e os primeiros crimes revelados pela investigação

De acordo com autoridades indianas, a mulher, identificada como Poonam, já demonstrava sinais de comportamento obsessivo antes mesmo dos primeiros casos virem à tona. O crime inicial ocorreu em 2023, quando uma sobrinha morreu em circunstâncias que, à época, foram tratadas como acidente.

Publicidade

Pouco tempo depois, o próprio filho da suspeita, um menino de três anos, também foi encontrado morto em um tanque de água. Ela havia afirmado que as duas crianças caíram enquanto brincavam, e, sem indícios de violência visíveis, a polícia aceitou a versão. Hoje, a investigação aponta que o menino teria testemunhado o primeiro assassinato, tornando-se a segunda vítima.

Os investigadores reforçam que, em todos os episódios, Poonam demonstrava calma e convicção ao narrar situações encenadas. Este padrão dificultou a identificação imediata dos homicídios, criando um ambiente de suspeitas apenas após o acúmulo de casos semelhantes envolvendo crianças próximas à família.

O caso que expôs o padrão e levantou suspeitas dentro da própria família

Meses após as primeiras mortes, outra criança da aldeia de Sivah perdeu a vida de forma semelhante, em agosto. Mais uma vez, a morte foi atribuída a acidente, mantendo a suspeita distante do radar policial. Tudo mudou recentemente, durante um casamento em família, quando Vidhi, sobrinha de seis anos de Poonam, desapareceu repentinamente. A menina foi encontrada pela avó boiando em uma banheira dentro do local da festa, novamente sem sinais externos de violência.

O avô da criança, um ex-investigador experiente, estranhou a posição do corpo e considerou improvável que a neta tivesse caído sozinha na água. Ele relatou sua desconfiança às autoridades, desencadeando uma investigação mais minuciosa. Com esse alerta interno, policiais passaram a examinar possíveis conexões entre as mortes e revisitar casos anteriores, até então considerados isolados. Diante das evidências e da repetição de circunstâncias, Poonam passou a ser o principal foco da apuração.

Confissão, prisão e sinais de psicopatia observados pelas autoridades

Levada para interrogatório, Poonam confessou todos os homicídios. Segundo a polícia, ela admitiu ter seguido Vidhi até o terraço da construção durante o casamento, colocado a criança em uma banheira plástica cheia de água e afogado-a antes de trancar a porta e retornar à festa com naturalidade. Investigadores afirmam que ela demonstrava forte irritação com meninas que considerava mais bonitas, reforçando a motivação baseada em ciúme e distorção emocional.

Um vídeo divulgado pelas autoridades no X mostra Poonam chegando ao tribunal com o rosto coberto por um lenço vermelho, deixando apenas os olhos à mostra. A polícia informou que ela apresenta sinais compatíveis com psicopatia, mas que seguirá sob custódia judicial enquanto o caso continua sendo analisado. As mortes, agora conectadas, levantam questões profundas sobre saúde mental, violência doméstica e falhas na percepção de sinais de risco dentro de comunidades.

Essa tragédia continua repercutindo na Índia e no mundo, enquanto as autoridades aprofundam a investigação e avaliam se outras mortes podem estar relacionadas ao caso.

Deixe uma resposta

Seu endereço de email não será publicado.