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Mulher Morre de Raiva Após Brigar Com…Ver mais

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Pernambuco registra primeira morte por raiva humana após oito anos; vítima foi atacada e acabou morrendo de raiva.

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Uma mulher de 56 anos, moradora de Santa Maria do Cambucá, no Agreste de Pernambuco, morreu no último sábado (11) após contrair raiva humana — o primeiro caso confirmado da doença no estado desde 2016.

A paciente estava internada em estado grave no Hospital Universitário Oswaldo Cruz (HUOC), no Recife, e não resistiu às complicações.

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De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde (SES), a vítima foi mordida por um sagui que teria se aproximado da área urbana da cidade, possivelmente em fuga de queimadas na região.

O primeiro atendimento ocorreu em 31 de dezembro, quando ela começou a apresentar sintomas como dormência, fraqueza e dores. Com a rápida piora do quadro clínico, surgiram sintomas neurológicos graves, como agitação e insuficiência respiratória, exigindo ventilação mecânica.

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A confirmação da infecção pelo vírus da raiva foi feita no dia 9 de janeiro. O Instituto Pasteur, em São Paulo, identificou que o agente causador era de origem silvestre, transmitido por um primata não-humano. A Vigilância Ambiental reforçou que animais silvestres, como os saguis, não recebem imunização contra a raiva, o que representa um risco à saúde pública.

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Eduardo Bezerra, diretor de Vigilância Ambiental da SES, ressaltou que, apesar da ausência de registros recentes da doença em humanos, o vírus ainda circula entre animais silvestres. “Ao contrário dos animais domésticos, esses primatas não são vacinados, o que reforça a importância do cuidado e da prevenção”, alertou.

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Dados do Ministério da Saúde apontam que, entre 2010 e 2024, o Brasil contabilizou 48 casos de raiva humana. A maioria das transmissões ocorreu por morcegos (24), seguida por cães (9), primatas não-humanos (6), felinos (4), raposas (2) e até um bovino.

As autoridades reforçam a importância da busca imediata por atendimento médico após qualquer mordida ou contato com animais silvestres. A aplicação rápida da vacina e, quando necessário, do soro antirrábico, é fundamental para evitar o avanço da doença, que é quase sempre fatal após o aparecimento dos sintomas.

Além disso, a vacinação de cães e gatos segue sendo uma das principais medidas de prevenção, já que esses animais estão em maior contato com humanos. O Ministério da Saúde mantém a distribuição de vacinas e soros antirrábicos para todo o país como parte da estratégia de combate à raiva.

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NewsTime

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