Antes de ser liberado para o traslado ao Brasil, o corp0 de Preta Gil passou por uma nova autópsia nos Estados Unidos, como parte dos procedimentos obrigatórios internacionais.
O exame foi exigido pelas autoridades americanas para garantir que não havia nenhuma circunstância suspeita na morte da cantora, falecida no último domingo (20), aos 50 anos, em Nova York.

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O laudo, obtido pouco antes do envio do corp0 para o Brasil, confirmou um quadro extremamente agressivo de câncer colorretal, que já havia se espalhado por outros órgãos.
Segundo informações preliminares, o tumor estava em estágio avançado e comprometia várias regiões do abdômen. A autópsia também constatou sinais de sofrimento sistêmico compatível com a evolução terminal da doença.

Procedimento é exigência sanitária para o translado internacional
Quando uma pessoa falece em outro país e há o desejo da família de trazer o corp0 de volta ao país de origem, são exigidos diversos trâmites sanitários e legais. Um deles é a realização de exames periciais, incluindo a autópsia oficial, para garantir que a causa da morte esteja bem definida e que não existam fatores que impeçam a liberação.

No caso de Preta Gil, a avaliação foi feita por especialistas norte-americanos, e o processo incluiu também o embalsamamento do corp0, prática comum em casos de repatriação.
Esses procedimentos são fundamentais para a preservação do corpo durante o longo trajeto até o Brasil, onde ela foi velada e cremada na última sexta-feira (25), em cerimônia marcada por forte emoção.

Câncer devastador e silêncio nos últimos dias
A nova análise confirmou o que médicos já suspeitavam: a doença evoluiu de forma rápida e silenciosa nos últimos meses. Preta havia optado por se afastar dos holofotes após uma tentativa de tratamento experimental nos Estados Unidos. Embora mantivesse esperança de recuperação, o quadro clínico piorou significativamente, e a família preferiu manter tudo em sigilo.

O câncer colorretal que vitimou a cantora foi diagnosticado em estágio avançado em 2023. Mesmo com todo o tratamento disponível, a agressividade da doença surpreendeu até os médicos. A nova autópsia apenas reforçou a gravidade da situação enfrentada por Preta nos seus últimos dias de vida.