Príncipe André Contratou 40 Prostitutas Durante Viagens Oficiais Para…Ver mais

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As polêmicas em torno de André Mountbatten-Windsor, o antigo príncipe André e irmão do rei Charles III, voltaram a estremecer a monarquia britânica. Desta vez, o historiador Andrew Lownie afirmou em entrevista ao podcast Deep Dive: The Fall of the House of York, do jornal Daily Mail, que o duque usou viagens oficiais custeadas com dinheiro público para promover festas e encontros com dezenas de prostitutas na Tailândia. As revelações reacendem o debate sobre o uso de verbas públicas pela realeza e o comportamento de André durante seu período como representante comercial do Reino Unido.

Viagens oficiais e festas secretas: o relato chocante de Andrew Lownie

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De acordo com o historiador, o duque de York demonstrava um completo desprezo por limites morais, utilizando missões diplomáticas como fachada para satisfazer prazeres pessoais. Lownie afirma que, durante uma viagem à Tailândia, André teria solicitado que 40 prostitutas fossem levadas a seu hotel de luxo, onde ficou hospedado por quatro dias.

O historiador sustenta que o episódio foi confirmado por fontes independentes, incluindo um correspondente da Reuters e um membro da família real tailandesa, o que torna o relato ainda mais grave. Segundo ele, a viagem, oficialmente financiada pelos contribuintes britânicos, tinha como objetivo representar o Reino Unido nas comemorações do aniversário do rei tailandês — mas acabou marcada por festas particulares e excessos.

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Lownie descreve André como um homem “sem freios morais e em crise de meia-idade”, que transformou sua posição pública em uma plataforma de privilégios pessoais. Ele acrescenta que, aos 41 anos, o duque já demonstrava comportamento incompatível com as responsabilidades do cargo, usando a diplomacia britânica como escudo para viagens de lazer e encontros privados.

Charles tentou impedir o irmão, mas Tony Blair manteve o cargo

As revelações de Lownie vão além do escândalo tailandês. O historiador afirma que, em 2011, o então príncipe Charles tentou impedir que André assumisse o cargo de representante comercial britânico, por temer que ele usasse a função “para perseguir mulheres e jogar golfe”.

Apesar dos alertas, o então primeiro-ministro Tony Blair teria ignorado as preocupações e mantido a nomeação, o que permitiu que André continuasse realizando viagens custeadas pelo governo. De acordo com Lownie, muitas dessas missões oficiais foram tratadas pelo duque como férias particulares de luxo, nas quais combinava compromissos protocolares com momentos de ostentação e festas discretas.

A queda de um príncipe e o silêncio do Palácio de Buckingham

Após perder todos os seus títulos e funções oficiais por envolvimento em escândalos anteriores — incluindo o caso com o milionário Jeffrey Epstein —, André viu sua reputação despencar. Recentemente, perdeu também o direito de morar na Royal Lodge, residência tradicional da família real.

As novas denúncias reforçam o retrato de um membro da realeza que abusou do poder e da influência, colocando em xeque a imagem da monarquia britânica. Até o momento, o Palácio de Buckingham não se pronunciou oficialmente sobre as declarações de Andrew Lownie, mas o impacto das revelações já se espalha pela imprensa internacional.

Com cada nova acusação, o nome de André Mountbatten-Windsor se afasta ainda mais da nobreza e se aproxima do descrédito público — uma trajetória que expõe o lado obscuro da aristocracia e o preço da impunidade entre os poderosos.

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