A morte da influenciadora digital Isabel Veloso continua gerando comoção e cenas que tocam profundamente quem acompanha o caso. Entre os aspectos mais sensíveis da despedida está a situação do filho pequeno, que ainda não compreende plenamente o significado da morte, mas demonstrou tristeza diante da ausência da mãe. Pessoas próximas à família relatam que o momento foi marcado por cuidado redobrado e silêncio, sobretudo para preservar o bem-estar emocional da criança.
Isabel deixou um filho muito novo, que ainda está em fase de desenvolvimento e não possui maturidade para entender a dimensão da perda. Ainda assim, segundo relatos, a mudança na rotina e a ausência da mãe foram percebidas, gerando sinais de tristeza e estranhamento.

Filho de Isabel Veloso ainda não compreende a morte
De acordo com pessoas próximas, o filho de Isabel ainda não entende o que é a morte nem a razão definitiva da ausência da mãe. Por ser muito pequeno, ele não consegue associar o falecimento ao conceito de despedida permanente. No entanto, familiares afirmam que a criança percebeu a mudança no ambiente e sentiu a falta da presença materna.
A tristeza teria se manifestado de forma silenciosa, com alterações de comportamento comuns em crianças nessa idade, como maior necessidade de colo, momentos de quietude e estranhamento diante da ausência da mãe. Especialistas explicam que, mesmo sem compreender racionalmente a morte, crianças são sensíveis às emoções ao redor e à quebra da rotina afetiva.
Por isso, a família tem adotado uma postura cuidadosa, evitando exposições desnecessárias e priorizando um ambiente de acolhimento, segurança e estabilidade emocional.
Tristeza percebida e cuidado redobrado da família
Relatos indicam que, embora não compreenda o que aconteceu, o filho de Isabel demonstrou tristeza ao notar a ausência materna. Pessoas próximas afirmam que a criança reagiu com silêncio e maior apego aos adultos de referência, comportamento considerado natural em situações de perda.
A família tem se revezado para oferecer atenção constante, mantendo rotinas básicas e buscando transmitir tranquilidade. O objetivo é minimizar o impacto emocional e garantir que a criança se sinta protegida, mesmo em meio ao luto coletivo.
Especialistas em luto infantil ressaltam que, nesses casos, o mais importante é o ambiente emocional, e não a explicação verbal. Crianças pequenas sentem mais do que entendem, e o cuidado afetivo é fundamental para atravessar esse período.

Pai assume papel central após a perda
Com a ausência de Isabel, o pai da criança, Lucas Borba, passou a assumir papel central nos cuidados diários. Segundo pessoas próximas, ele tem se mantido atento às necessidades emocionais do filho, mesmo enfrentando o próprio luto.
Lucas tem evitado exposições públicas envolvendo a criança e reforçado, em conversas reservadas, que a prioridade neste momento é o bem-estar do filho. O cuidado inclui manter a rotina, oferecer carinho constante e preservar um ambiente calmo, longe de conflitos e debates públicos.
A situação evidencia uma das faces mais dolorosas da perda: a de uma criança que ainda não compreende a morte, mas sente profundamente a ausência. A família afirma que o foco agora é garantir que o filho de Isabel cresça cercado de amor, apoio e estabilidade, honrando o pedido feito por ela antes de partir.