Terr0r: Mãe Tira Vida do Filho Após Misturar Banana Com Ven…ver mais

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O caso da tatuadora Giovanna Chiquinelli Marcatto, presa após a morte do filho de apenas nove meses, causou enorme comoção em São Paulo. A prisão foi confirmada na quarta-feira, dia vinte e sete de agosto, depois que o laudo necroscópico apontou que o bebê, identificado como Dante, morreu por ingestão de veneno de rato misturado em uma banana amassada.

O crime e os primeiros depoimentos

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De acordo com a Secretaria da Segurança Pública, a mãe confessou em depoimento que deu a fruta ao filho por volta das dezessete horas da terça-feira. Cerca de três horas depois, a criança morreu no Hospital Estadual da Vila Alpina, na zona leste da capital paulista.

A investigação, conduzida pelo Quadragésimo Segundo Distrito Policial, passou de morte suspeita para homicídio qualificado, tendo a mãe como principal investigada.

Sinais de alerta e descaso apontados pela Justiça

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No decorrer da apuração, funcionários da creche que Dante frequentava informaram à polícia que haviam alertado a mãe de que o bebê apresentava sinais de que não estava bem de saúde.

Apesar disso, a Justiça destacou que não há indícios de que Giovanna tenha buscado atendimento médico adequado. Essa falta de cuidados foi considerada um possível descaso nos dias que antecederam o óbito.

Comunidade em choque e investigação em andamento

A decisão judicial manteve a prisão temporária da tatuadora por trinta dias. O caso segue em investigação pela Polícia Civil, enquanto a comunidade do Parque São Lucas, onde a família vivia, acompanha atônita os desdobramentos.

O episódio reforça a gravidade de crimes praticados no ambiente familiar e levanta questionamentos sobre sinais que poderiam ter sido identificados antes da tragédia.

O que fazer nesses casos?

Diante de uma situação em que há suspeita de que uma criança ingeriu veneno ou qualquer substância tóxica, cada minuto é decisivo. O primeiro passo é manter a calma e acionar imediatamente o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, pelo telefone um nove dois, ou levar a criança ao hospital mais próximo. Nunca ofereça alimentos ou líquidos na tentativa de “diluir” o veneno, e jamais provoque o vômito sem orientação médica, pois isso pode agravar o quadro.

Se possível, identifique rapidamente a substância ingerida e leve a embalagem ao hospital para que a equipe médica saiba como agir. O atendimento especializado é fundamental para reduzir os riscos de complicações.

Casos como este exigem também atenção da comunidade: sinais de negligência ou violência contra crianças devem ser denunciados ao Disque cem ou à polícia, garantindo proteção imediata à vítima.

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