URGENTE: Cachorro Morre Após Sofrer Infarto Por Causa dos Fogos de Artíficios Durante Jogo da Liber…Ver mais
Brasil, 2025 — A morte de Ozzy, cachorro de oito anos do cantor Matheus Santaella, reacendeu um debate já conhecido, porém ainda pouco respeitado: o uso de fogos de artifício com estampido em áreas residenciais.
O animal sofreu um infarto durante a final da Libertadores entre Flamengo e Palmeiras, no sábado (29), quando a região onde o artista mora foi tomada por explosões intensas. Abalado, Matheus fez um desabafo nas redes sociais e pediu que a prática seja definitivamente abandonada em bairros e condomínios.
Infarto provocado pelo barulho dos fogos e despedida emocionada
Matheus Santaella usou seu Instagram no domingo (30) para anunciar a morte de Ozzy, companheiro de oito anos. Em um post com fotos do cão, ele escreveu:
“Ontem nós perdemos nosso amigo Ozzy. Que privilégio ter feito parte da sua família. Você nos deu muito amor nesses oito anos. Vou te lembrar para sempre.”
O cantor afirmou que o barulho dos fogos foi constante e extremamente alto, causando pânico no animal. Ozzy, já debilitado pelo estresse, acabou sofrendo um infarto fulminante. Matheus revelou que esta foi a segunda vez que perdeu um cachorro por causa do estampido de fogos — fato que aumentou ainda mais sua indignação.
Segundo especialistas, episódios de ansiedade extrema em animais podem desencadear arritmias e colapsos cardíacos. Para cães idosos ou com predisposição, o risco é ainda maior, especialmente em dias de jogos e festas.

Debate sobre fogos em áreas residenciais ganha força
No desabafo, Matheus fez um apelo direto a quem ainda insiste em usar fogos tradicionais em bairros:
“Por favor, não soltem fogos de artifício em bairros. Não só pelos cães, mas também pelas crianças autistas, pelos idosos. Vocês não têm ideia de como uma ação irresponsável pode afetar a vida dos outros.”
A reclamação, que viralizou nas redes, destacou um problema recorrente: o impacto do barulho sobre grupos vulneráveis. Crianças autistas podem sofrer crises sensoriais violentas diante dos estampidos. Idosos podem ter picos de pressão, tonturas e estados de confusão. E os animais, muitas vezes sem qualquer forma de compreender o que está acontecendo, entram em pânico, tentam fugir, se machucam ou — como no caso de Ozzy — não resistem ao choque emocional.
A mensagem também relembrou que a comemoração não depende de barulho:
“No jogo do seu time, no Réveillon, no Natal… você não precisa disso para comemorar.”
Uma tristeza que se repete e um alerta para a sociedade
A morte de Ozzy se soma a inúmeros relatos que circulam nas redes sempre que há jogos decisivos, festas de fim de ano ou grandes eventos. Protetores de animais, associações e médicos vêm reforçando há anos que fogos com estampido podem causar danos graves não apenas a pets, mas a toda comunidade.
O apelo de Matheus, marcado pela dor de perder mais um companheiro por uma prática evitável, reacende a discussão sobre leis municipais e estaduais que já proíbem fogos barulhentos — mas que muitas vezes não são fiscalizadas.
A despedida de Ozzy, carregada de emoção, infelizmente ecoa a realidade de milhares de famílias. E, mais uma vez, surge a pergunta: até quando vidas — humanas e animais — continuarão sendo colocadas em risco por uma simples explosão no céu?