URGENTE: Outro Caso Aconteceu Homem Morre Atacado Por Urso Após Pular De…Ver mais

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Brasil, 2025 — A morte de Christopher Best, 34, técnico de radar atacado por ursos polares em Nunavut, no extremo norte do Canadá, reacendeu discussões sobre segurança em regiões de risco e chamou a atenção para o comportamento cada vez mais imprevisível desses animais diante das mudanças climáticas.

O caso ocorreu em 8 de agosto de 2024, quando Best deixou o posto de trabalho durante uma pausa para fotografar os ursos que se aproximavam da estação onde trabalhava. Ele pretendia publicar as imagens nas redes sociais, mas acabou surpreendido por um segundo animal que se aproximou silenciosamente por trás.

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Como ocorreu o ataque e o que mostram as câmeras

Christopher trabalhava em uma estação de monitoramento administrada pela Nasittuq Corporation. Segundo relatório divulgado pela CTV News, as câmeras de segurança registraram o momento em que ele ultrapassa placas de alerta colocadas justamente para impedir aproximações perigosas. Best acreditava estar a uma distância segura do urso que observava, sem perceber que outro se aproximava por trás, bloqueando sua rota de fuga.

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Um colega que testemunhou o início do ataque correu para pedir ajuda, enquanto um monitor de vida selvagem tentou afastar os animais, sem sucesso. Quando a equipe conseguiu chegar ao local, Best já havia sofrido ferimentos fatais. Após o ataque, um dos ursos foi abatido e o outro fugiu para uma área mais distante da estação.

As imagens reforçam que, mesmo conhecendo os protocolos da região, Best subestimou o risco ao se aproximar dos animais — algo que sua família acredita que ele jamais teria feito se soubesse da presença do segundo urso.

Família pede reforço imediato na segurança

A mãe de Christopher, Shelly Cox, relatou ao CTV News que o filho sempre procurava tranquilizar a família a respeito dos perigos da região. Segundo ela, ele acreditava que os ursos raramente se aproximavam das instalações e confiava nas medidas de segurança adotadas.

Ele dizia que os ursos não chegavam perto. Acho que ele não teria saído se soubesse que havia um segundo urso lá”, afirmou Shelly.

Diante da tragédia, a família pede que a Nasittuq Corporation implemente novos protocolos, incluindo cercas de proteção, sensores de movimento, alarmes externos e treinamento adicional para evitar que outros funcionários se coloquem em risco — mesmo involuntariamente.

A empresa afirmou, em nota, que lamenta profundamente o ocorrido e que está cooperando integralmente com as autoridades federais, aguardando o relatório final. A companhia também ressaltou que mantém a segurança como prioridade, mas que analisará novas medidas recomendadas após a conclusão da investigação.

Mudanças climáticas e aproximação crescente dos ursos

O episódio também reacendeu o alerta entre especialistas sobre o comportamento dos ursos polares no Canadá. Estima-se que o país abriga cerca de 16 mil ursos, concentrados no Ártico. Embora ataques sejam raros, pesquisadores afirmam que a redução do gelo marinho — resultado direto das mudanças climáticas — tem forçado os animais a se aproximarem mais frequentemente de áreas habitadas em busca de alimento.

Essa aproximação crescente aumenta o risco de encontros inesperados, como o que tirou a vida de Christopher. Para especialistas, a tragédia combina falhas humanas, instinto animal e transformações ambientais que vêm pressionando a vida selvagem no extremo norte.

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