Vidente Revela Destino Trágico Que Adolescentes Que Mataram Cachorro Orelha Terão: ‘Eles Se…Ver mais

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O sensitivo Rodrigo Tudor fez um alerta contundente aos suspeitos de envolvimento na agressão que resultou na morte do cão comunitário Orelha, caso que chocou Santa Catarina e ganhou repercussão em todo o Brasil. Durante participação no Programa Acir Antão, da Rádio Itatiaia, Tudor afirmou que, mesmo que a Justiça humana falhe, a chamada “justiça divina” não deixa crimes impunes.

Segundo ele, atos de extrema crueldade contra um ser indefeso geram consequências profundas. “As pessoas que fizeram isso não sabem do carma que elas geram para a vida delas, porque tirar a vida de outro ser é algo inenarrável”, declarou. Para o sensitivo, a violência praticada contra o animal reflete uma índole comprometida e que, cedo ou tarde, haverá cobrança por parte de uma força superior.

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Sensitivo fala em carma e critica falta de limites na educação

Rodrigo Tudor reforçou que, embora existam falhas no sistema de Justiça, há uma dimensão espiritual que não ignora esse tipo de violência. “Pode não dar nada aqui na Terra, mas existe uma força superior que, na hora certa, cobra”, afirmou. Em tom mais duro, ele disse acreditar que a justiça divina será implacável e que “ninguém ficará de pé” quando essa cobrança acontecer.

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O sensitivo também apontou a falta de limites na educação de adolescentes como um fator preocupante. Para ele, episódios como o do cão Orelha revelam uma ausência de valores básicos e de responsabilidade social, o que acaba se refletindo em comportamentos extremos e violentos.

As declarações repercutiram nas redes sociais e dividiram opiniões, mas encontraram apoio entre defensores da causa animal, que veem no discurso uma forma simbólica de reforçar a gravidade do crime.

Cão Orelha morreu após agressões na Praia Brava

O cão comunitário Orelha foi brutalmente agredido no dia 4 de janeiro, na Praia Brava, em Santa Catarina. Ele foi encontrado agonizando por uma mulher que passava pelo local e chegou a ser levado a atendimento veterinário. No entanto, devido à gravidade dos ferimentos, os profissionais optaram pela eutanásia.

O caso causou forte comoção popular, especialmente após laudos apontarem traumatismo craniano como consequência das agressões. Orelha era conhecido na região por ser dócil e cuidado por moradores e comerciantes da área.

Investigações avançam e caso gera mobilização nacional

A investigação aponta quatro adolescentes como suspeitos de envolvimento no crime. Dois deles foram alvos de mandados de busca e apreensão nesta segunda-feira (26), enquanto outros dois estavam em viagens previamente programadas aos Estados Unidos. Eles retornaram ao Brasil nesta quinta-feira (29) e tiveram os celulares apreendidos para perícia.

Os adolescentes também são investigados por maus-tratos a outro animal, um cão caramelo, que teria sido jogado no mar e sobreviveu. Além disso, três homens adultos — um advogado e dois empresários — foram indiciados por coação no curso do processo, sendo identificados como pais e um tio dos adolescentes.

A morte de Orelha provocou revolta nas redes sociais e gerou manifestações de artistas, influenciadores e políticos, que passaram a cobrar punições mais severas para crimes de maus-tratos a animais. O posicionamento de Rodrigo Tudor se soma a esse coro, reforçando a pressão social por responsabilização e justiça no caso.

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