Videntes Se Unem e Fazem Feitiço Contra Adolescentes Que Mataram Cachorro Orelh…Ver mais
O caso da morte do cachorro Orelha continua repercutindo intensamente nas redes sociais e segue sob investigação policial. Além da apuração sobre o envolvimento de adolescentes no episódio e do vandalismo registrado contra a casa de um deles, comentários feitos em publicações sobre o caso chamaram a atenção das autoridades. Em diversas postagens, usuários afirmam ter realizado “feitiços”, “trabalhos espirituais” ou rituais contra os adolescentes citados, em reação à crueldade atribuída ao ocorrido.
As manifestações passaram a circular amplamente em comentários de páginas, perfis e grupos que divulgaram o caso, ampliando ainda mais a repercussão do episódio.

Jovens seguem sendo investigados pela morte do cachorro Orelha
A polícia continua apurando as circunstâncias da morte do cachorro Orelha e a possível participação de adolescentes no caso. O inquérito busca esclarecer se houve maus-tratos, agressões ou omissão, além de identificar a dinâmica dos fatos que antecederam o óbito do animal.
Segundo informações oficiais, depoimentos estão sendo colhidos e materiais compartilhados nas redes sociais estão sendo analisados. O procedimento segue em andamento e, por envolver menores de idade, tramita com restrições quanto à divulgação de detalhes.
O caso ganhou grande visibilidade após imagens e relatos se espalharem na internet, o que levou à mobilização de moradores e usuários de diferentes regiões do país. As investigações seguem sob responsabilidade das autoridades competentes.
Comentários nas redes citam feitiços e rituais contra adolescentes
Com o avanço da repercussão online, comentários feitos por internautas passaram a mencionar práticas espirituais e feitiços direcionados aos adolescentes envolvidos. Em algumas publicações, usuários afirmam ter realizado rituais como forma de punição simbólica, enquanto outros incentivam esse tipo de atitude nos campos de comentários.
As mensagens têm sido registradas principalmente em redes sociais, em postagens que noticiam o caso ou compartilham imagens relacionadas ao cachorro. O volume de comentários chamou a atenção por conter declarações explícitas de intenção espiritual negativa contra pessoas identificadas como suspeitas.
Embora não haja registro de ocorrências formais relacionadas diretamente a esses comentários, o conteúdo passou a ser observado no contexto geral da repercussão do caso, especialmente após outros episódios, como o vandalismo à residência de um dos adolescentes.
Polícia apura repercussões paralelas e vandalismo
Além da investigação sobre a morte do animal, a polícia apura outros fatos relacionados à repercussão do caso, entre eles o vandalismo ocorrido na casa de um dos adolescentes. O ataque aconteceu durante a madrugada, quando populares teriam jogado fezes humanas contra a residência, segundo relatos registrados.
O episódio foi comunicado às autoridades, que iniciaram a apuração para identificar os responsáveis. Imagens de câmeras de segurança da região podem ser utilizadas para auxiliar na investigação.
As forças de segurança acompanham o desdobramento do caso, que envolve não apenas a apuração inicial, mas também os reflexos gerados pela grande exposição nas redes sociais. Até o momento, não há informação oficial sobre prisões ou medidas judiciais relacionadas aos comentários ou ao vandalismo.
O caso segue em andamento, e novas informações devem ser divulgadas conforme o avanço das investigações policiais.