Últimas palavras da mulher antes de ser lançada da ponte assustou a todos: ‘Me sol…Ver mais

Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, vivia um sábado que prometia ser de aventura e superação em Limeira (SP), mas que culminou em uma fatalidade devastadora. Horas antes de perder a vida em um acidente durante uma atividade de rope jump na conhecida Ponte do Esqueleto, a jovem compartilhou com seus seguidores, através de redes sociais, cada etapa de sua preparação.

Em uma sequência de stories postada na manhã do dia 13, Maria Eduarda registrou o local do salto, as pulseiras de identificação e até os preparativos da equipe responsável, demonstrando o entusiasmo típico de quem busca adrenalina ao ar livre. Veja abaixo imagens exclusivas e vídeos por novos ângulos!

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Em uma das publicações, datada das 7h31, a jovem fotografou um banner da empresa organizadora, a “Entre Cordas”, acompanhado de uma legenda bem-humorada: “Quem foi o doido que deixou eu vir pular de uma ponte???”.

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Essas imagens, que deveriam ser memórias de um dia memorável, tornaram-se registros tristes de seus últimos momentos. Natural de Jandira (SP), Maria Eduarda era uma entusiasta de atividades físicas e da natureza, possuindo formação em educação física e gestão esportiva, o que torna a negligência ocorrida ainda mais impactante diante de seu histórico pessoal.

Falha Humana e Consequências Judiciais

O acidente, que chocou o país, ocorreu devido a uma falha grave na execução do salto. Segundo relatos de testemunhas à Polícia Militar, funcionários das empresas “Entre Cordas” e “Ih Voei” teriam esquecido de conectar o equipamento de segurança antes que a jovem fosse lançada da ponte.

A queda, de uma altura de aproximadamente 40 metros, foi fatal, com o óbito sendo constatado no local pelas equipes do Corpo de Bombeiros e do Samu. Em vídeos gravados no momento, é possível ouvir o desespero dos presentes ao perceberem, tarde demais, que a corda não havia sido acoplada.

Como desdobramento imediato, seis pessoas foram presas pela polícia sob suspeita de envolvimento no erro fatal. Em defesa, o advogado Rafael Gomes dos Santos, que representa três dos detidos, classificou o episódio como uma “triste fatalidade”. O defensor argumentou que o rope jumping não possui regulamentação específica, embora também não seja proibido, e sustentou que os organizadores realizavam eventos similares no mesmo local há anos sem qualquer histórico de acidentes, reforçando a experiência dos profissionais envolvidos.

A Rotina de uma Prática Sem Regulamentação

O caso de Maria Eduarda trouxe à tona a vulnerabilidade de praticantes em modalidades de aventura que operam em zonas cinzentas da legislação. A empresa responsável pelo salto cobrava cerca de R$ 180 por participante e mantinha um cronograma intenso de atividades, com outras cinco datas já agendadas para os próximos meses.

A estrutura comercial do evento, que reunia aproximadamente 100 pessoas naquele dia, contrastava com a falta de supervisão técnica rigorosa que se exige em esportes de risco. Até o momento, as empresas envolvidas não forneceram posicionamentos formais, mantendo apenas respostas automatizadas em seus canais de atendimento, enquanto a família e a sociedade aguardam justiça por uma vida interrompida precocemente. VEJA A IMAGEM DO SEU CORPO APÓS A QUEDA AQUI! (Abra a matéria e a foto estará no final do artigo)

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